CARAGUATATUBA - UBATUBA - ILHABELA - SÃO SEBASTIÃO - Aqui você fica por dentro do que acontece no mundo, no Brasil e em nossa região!===Rede ManacÁ - Valorizando Nosso Litoral=== (Por: Diego Cardoso)
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sábado, 3 de janeiro de 2015

Temporal de ontem à noite provocou alagamentos de ruas e quedas de árvores em bairros e rodovia em São Sebastião

Divulgação
SÃO SEBASTIÃO: O temporal de ontem (2) à noite, com ventos de até 70 quilômetros por hora, provocou alagamentos em ruas e quedas de árvores sobre carros e a Rodovia Rio-Santos, mas nenhuma família precisou ser removida.
Choveu, em São Sebastião, o equivalente a 40.1, volume comparado pela Defesa Civil a três ou quatro dias. Raios e o forte vento assustaram os moradores da Costa Norte à Costa Sul.
De acordo com levantamento do chefe da Defesa Civil no município, Carlos Eduardo dos Santos, na Costa Norte houve alagamento de diversas ruas na altura da antiga Regional Costa Norte, no bairro Enseada. Nenhum morador precisou deixar sua residência, apenas da ajuda da Defesa Civil para levantar móveis e aguardar a maré baixar, o que permite o escoamento natural das águas.
No centro da cidade também foram registrados vários pontos de alagamentos. Na Costa Sul houve quedas de nove árvores, sendo que oito atingiram residências e um a rodovia Rio-Santos, no quilômetro 171, na altura da Praia da Baleia. Ocorreu queda de árvore também no quilômetro 141 e de muitos galhos ao longo da rodovia. Um galho de árvore atingiu um carro na Rua Jaú, em Boiçucanga, onde uma casa foi atingida na Rua Benjamim, sem vítimas.
O caso mais grave provocado por queda de árvore foi registrado na Avenida Marginal, em Cambury, deixando o bairro sem fornecimento de energia elétrica por três horas.
Outras ocorrências mostraram a força da chuva e dos ventos. Um barco Catamarã, de 15 pés, foi arrastado para a Praia de Barra do Sahy depois que a âncora não resistiu ao vento. Dois homens que saíram de caiaque da Praia da Baleia, às 16h,  foram arrastados até Boiçucanga, onde chegaram por volta das 21h.
Em Paúba, bairro castigado pela enchente do dia 23 de dezembro, o temporal de ontem não causou novos transtornos. Após a enchente, a prefeitura realizou serviços de desobstrução da rua Belo Horizonte, invadida por pedras, e devolveu o leito do rio ao seu curso natural.
O DER (Departamento de Estradas de Rodagem) continua com a manobra de “Pare e Siga” no quilômetro 147 da rodovia Rio-Santos, altura do bairro Toque-Toque Pequeno, devido à erosão registrada em uma margem. Equipes do DER trabalham no local fazendo serviço de contenção. A obra definitiva deve ser iniciada em fevereiro, dependendo das condições do solo.
A Defesa Civil se mantém em estado de alerta monitorando todas as ruas e locais afetados, devido a possível ocorrência de novas “pancadas de chuvas” à tarde. Por isso, orienta muita atenção à população de áreas de alagamento, risco e proximidade de rios.

Assistência
O Fundo Social de Solidariedade tem atendido todas as famílias prejudicadas pelo temporal do dia 23. Assistentes sociais da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social (Setradh) estão trabalhando junto às vítimas.
O material arrecadado com as doações feitas pela população e comércio já começaram a ser distribuídos às vítimas da enchente.
Serviço: O Fundo Social de Solidariedade fica à Rua Sebastião Silvestre Neves, 128, centro. O telefone é: 3892 4991
A Prefeitura abriu conta no Banco do Brasil para receber doações para as vítimas da enchente do dia 23. A agência é 0715-3 e a conta 42761-6  Prefeitura de São Sebastião – Enchente Costa Sul.
Fonte: Prefeitura de São Sebastião

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Moradores contabilizam estragos da chuva em São Sebastião


Chuva forte põe São Sebastião em estado de alerta (Foto: Jorge Mesquita / Arquivo Pessoal)
SÃO SEBASTIÃO: Três dias após São Sebastião sofrer com os estragos causados pelas fortes chuvas, moradores da cidade contabilizam perdas. Embora não haja mais desalojados, a Defesa Civil chegou a divulgar que cerca de 70 pessoas chegaram a ficar desalojadas.

O principal acesso por terra, pela Rodovia Rio-Santos (SP-55) segue interditada dos Kms 147 ao 145, na altura de Toque Toque, devido a parte do asfalto que cedeu. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), carros dos moradores e de serviços emergenciais passam em comboios pelo local, acompanhados pela polícia. Os demais veículos continuam sem permissão.


A inundação em Maresias atingiu casas e pousadas, trazendo prejuízos para comerciantes que estavam preparados para receber turistas durante a temporada. “Em um levantamento que, a princípio estamos fazendo de imobiliário, frigobares, enxoval, camas e etc, acredito que tivemos um prejuízo entre R$100 e R$150 mil. Eu nunca vi uma situação como essa, dessa forma não”, lamenta o proprietário de uma pousada no bairro, Armando de Deus.


Solidariedade
Tradicional ponto de encontro para o surfe e bairro onde mora o campeão mundial de surfe Gabriel Medina, Maresias foi um dos locais mais afetados pelas chuvas.

Além dos estragos, o mau tempo provocou o cancelamento da festa de recepção que estava sendo preparada para receber Medina nesta quarta-feira. Pelas redes sociais o campeão mundial de surfe pediu doações às vítimas da chuva em São Sebastião. O surfista também pediu doações em dinheiro para a Sociedade Recreativa e Beneficente de Maresias.

Os surfistas da costa sul organizaram uma ação solidária para atuar nos pontos mais alagados e ajudar moradores a deixar as casas ou retirar objetos. Desde o fim da tarde de terça-feira, cerca de 50 surfistas se uniram para ajudar o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil.


Fonte: G1 Vale do Paraíba e Região

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Mau tempo provoca queda de barreiras e deixa índios sem energia elétrica em Boracéia

Munir El Hage|PMSS

SÃO SEBASTIÃO: Em continuidade ao monitoramento das áreas afetadas com a forte chuva que caiu nos dias, a Defesa Civil (DC) esteve nesta quarta-feira (16) na Aldeia Indígena, situada em Boracéia, na Costa Sul de São Sebastião.
No local, o mau tempo provocou a queda de oito barreiras e interditou a passagem de veículos até a moradia do cacique e demais ocas, que ficam no interior da área. Os deslizamentos também atingiram postes da empresa Bandeirante Energia e deixaram os índios sem energia elétrica.
Segundo Carlos Eduardo dos Santos, o Carlão – responsável pela ação – a equipe da DC já realizou o corte das árvores caídas no local e abriu um acesso somente para os pedestres.
A Defesa Civil também solicitou à Secretaria das Administrações Regionais (Seadre) uma máquina pá carregadeira e caminhões para remover as barreiras e assim liberar o tráfego dos veículos. “Assim que o trabalho for concluído, a Bandeirante Energia irá repor os postes e toda a fiação que está completamente danificada para restabelecer a energia aos índios. O responsável pela concessionária esteve na aldeia conosco”, explicou Carlão.
Ele conta que as crianças, enquanto a situação não for resolvida, passam o dia na escola da comunidade, onde também fazem a alimentação. Já os adultos seguem a vida normal no cultivo dos alimentos ou confecção de artesanato.
DER
Outro local monitorado pela DC é o deslizamento de terra ocorrido no Sítio Velho, em Barra do Una, que pode ter acontecido em função do muro atirantado (estrutura de contenção) da estrada Rio-Santos (altura do km 179) ter cedido morro abaixo. O incidente destruiu parte de uma casa de madeira – que está condenada – e obstruiu um curso d’água.
De acordo com a Defesa Civil, um relatório sobre o caso foi encaminhado ao DER (Departamento de Estradas de Rodagem) para que o órgão vá ao trecho e analise o acontecimento.
Os agentes estiveram, ainda, na subida do morro em Barra do Una, que dá acesso à praia de Juquehy, com a finalidade de verificar a situação. Neste trecho, em março de 2013, ocorreu um escorregamento de terra e colocou em risco o duto da Petrobras. A estatal, então, iniciou uma obra de contenção que ainda está em andamento.
Durante a última segunda-feira, a lama oriunda desse desmoronamento desceu pela antiga SP-55 e atingiu algumas casas existentes na avenida Magno dos Passos Bittencourt, que ficaram completamente sujas.
Interditados
Ainda com relação a deslizamentos, a Defesa Civil informa que os imóveis situados nas Vilas Pantanal e Pernambuco, em Juquehy, continuam interditados. “Os moradores estão na casa de parentes porque o solo está encharcado e oferece risco de escorregamentos. Vamos avaliar melhor a situação depois que tiver uns três dias de sol, mas provavelmente algumas famílias não poderão mais voltar para suas moradias”, acredita Carlão.
Fonte: Prefeitura de São Sebastião

terça-feira, 15 de abril de 2014

Chuva provoca deslizamentos e inundações em bairros da Costa Sul de São Sebastião

Ricardo Faustino|PMSS
SÃO SEBASTIÃO: A ininterrupta e forte chuva,  que caiu na Costa Sul de São Sebastião provocou vários deslizamentos de terra e inundações nos bairros da região entre a noite do último domingo (13) e a manhã desta segunda-feira (14).
O fenômeno climático mobilizou a Defesa Civil (DC) e o Corpo de Bombeiros, além de servidores lotados nas Regionais Juquehy e Boiçucanga, ambas ligadas à Secretaria das Administrações Regionais (Seadre).
De acordo com Carlos Eduardo dos Santos, o Carlão, responsável pela Defesa Civil, o acumulado de chuva na região em 12 horas foi de 153 milímetros. “Isso equivale a um mês e meio de chuva”, afirma.
Com relação a alagamentos, a situação mais crítica ocorreu na Vila Mineira, em Barra do Una. O índice pluviométrico registrado no bairro foi de 88 milímetros.
No local, onde há uma Zeis (Zona de Especial Interesse Social) que fica às margens da rodovia Rio-Santos, a água chegou a quase um metro e meio de altura em alguns pontos e obrigou a saída de 12 famílias, que foram para casas de parentes.
Os moradores disseram que a cheia começou logo após a meia-noite e causou muito transtornos e preocupação à população. Alguns carros ficaram submersos porque seus proprietários não imaginavam que eles seriam atingidos pela inundação onde foram estacionados. 
Já no núcleo Itatiaia, também Barra do Una, a água atingiu quase dois metros de altura em determinados lugares. Com cerca de 30 moradias, apenas cinco famílias foram removidas pela Defesa Civil. O restante decidiu permanecer em suas residências porque a água começava a baixar e alguns moradores têm embarcações para utilizar em uma emergência.
Para Carlão, a enchente foi provocada pela maré alta e chuva torrencial na cabeceira da serra do mar e nos próprios bairros.
Lama
Ainda em Barra do Una, pelo menos cinco imóveis foram afetados com muita lama que desceu da obra realizada pela Petrobras no duto que fica na subida do morro em direção à praia de Juquehy, e que segundo informações a empresa ficou de construir um muro de contenção no local.
A forte correnteza e o alto volume do rio Una e/ou Cubatão, que chegou a quase dois metros acima do leito normal, também levaram a passarela de aproximadamente 30 metros de comprimento que existia na rua Itatiaia.  A cheia levou ainda,  vários troncos e entulhos rio abaixo que ficaram presos na ponte de madeira no interior do bairro.
Na tarde desta segunda-feira, a Regional Juquehy removeu o material para não prejudicar a estrutura do equipamento.
Outro bairro afetado com alagamento é Boracéia, que registrou 101 milímetros de chuva. Segundo o assessor da Seadre, Jorge Paulo Pereira, a água fica represada em função da rodovia Rio-Santos ser mais alta que as ruas e casas. “Dessa vez entrou em algumas casas porque o volume de chuva foi muito alto”, acredita.
De acordo com ele, é necessário solicitar ao DER (Departamento de Estradas de Rodagem) a abertura de uma adutora por baixo da rodovia para que ocorra o escoamento das águas pluviais. Hoje existe apenas uma saída naquele trecho. A inundação atingiu as alamedas Paranapiacaba, Cubatão, Mauá e São Caetano, nas imediações da escola municipal.
A aldeia indígena existente no bairro também registrou um chamado com relação a queda de árvore e falta de energia elétrica. Entretanto, segundo Carlão, a equipe precisa aguardar o nível da água baixar parar chegar ao local e atender as reivindicações dos índios.
A Defesa Civil também constatou pontos de alagamentos em áreas situadas em outros bairros, como na Baleia Verde, na Baleia; Lobo Guará, Areião, Rua da Rosa e da Calçada em Cambury; Vila Progresso, em Juquehy; além de lugares em Boiçucanga e Maresias.
Deslizamentos
Vários deslizamentos ocorreram na região. Na Zeis Sítio Velho, em Barra do Una, um escorregamento de terra atingiu, por volta das 7h30, uma casa de madeira onde residem três pessoas. No momento da queda, havia apenas um morador que não se feriu.
A Defesa Civil interditou a moradia. O incidente também originou um problema na área: desviou um curso d’água. “Vamos retirar o material e fazer com que a água volte ao local de origem para não causar danos a outros imóveis situados no entorno”, declara Carlão.
Na rodovia Rio-Santos, altura do km 178 + 900 metros, entre Juquehy e Barra do Una, várias pedras caíram no acostamento. Agentes do DER sinalizaram o local e orientavam os motoristas.
A Defesa Civil informa que solicitará ao DER a análise do terreno por um engenheiro do Instituto Geológico para verificar se há mais riscos de queda.
Em Juquehy, os escorregamentos aconteceram em três locais e também não fizeram vítimas. O mais crítico foi na Vila Pantanal, onde sete imóveis tiveram que ser interditados.
De acordo com Carlão, apenas uma moradia foi atingida com a terra. Nas outras, o material chegou até o alicerce e várias árvores oferecem risco de queda. Algumas famílias foram removidas para casas de famílias. Outras terão que ser abrigadas em prédios públicos, como em escolas.
Os outros deslizamentos ocorreram na Vila Pernambuco e no Morro do Esquimó.
Segundo a Defesa Civil, a previsão é de que a chuva continue até à tarde da próxima quarta-feira, 16.
A Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Humano de São Sebastião enviou ao local assistentes sociais,  para acompanhar as famílias e avaliar a situação para identificar quais as primeiras necessidades dos moradores, e desta forma, priorizar as medidas e ações que deverão ser realizadas no local.
Vale destacar que abrigos foram disponibilizados nas escolas dos bairros atingidos, contudo,  a maioria dos familiares preferiram ir para casa de parentes.
Fonte: Prefeitura de São Sebastião

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Chuva alaga e faz Defesa Civil remover quatro famílias em Cambury em São Sebastião

SÃO SEBASTIÃO: A forte chuva que caiu no fim da noite do último domingo, 5, provocou alagamentos e fez a Defesa Civil de São Sebastiao remover quatro famílias que residem na Zeis (Zona de Especial Interesse Social) Lobo Guará, em Cambury, na Costa Sul do município.
No local, de acordo com o chefe Carlos Eduardo dos Santos, o Carlão, a água chegou a 1,15 cm de altura. “As pessoas foram para casas de familiares e só devem retornar amanhã (7/5) porque suas moradias são de palafitas e estão muito danificadas”, fala.  
O índice pluviométrico registrado em Cambury foi de 84,3 milímetros e também atingiu as Zeis Areião e Vilas Débora e Jiboia, sendo que nessa última localidade existe formação de correnteza toda vez que há enchente. Não houve, entretanto, remoção de moradores nessas áreas.  
Na Vila Sahy, em Barra do Sahy, a água da chuva subiu 0,20 centímetros e inundou seis casas, sem a necessidade de retirar as famílias. Outro local afetado foi a Baleia Verde, na Baleia, onde as pessoas também permaneceram em suas residências.  
Os alagamentos ocorreram devido à maré alta e só começaram a baixar na tarde desta segunda-feira, 6. 
A chuva começou por volta das 23h40 e só parou depois das 6h30. Durante esse período, a Defesa Civil ficou em estado de alerta. Os bairros de Maresias, Boiçucanga e Juquehy não registraram nenhum chamado em função da chuva.   
Vento
Além das inundações, a Defesa Civil também atendeu chamados relacionados a quedas de árvores provocadas pelo vento de até 110 km/h.
Segundo Carlão, dois imóveis foram atingidos. Um em Boiçucanga, na Costa Sul, e outro situado na Enseada, região norte da cidade. “Ninguém se feriu com as quedas, que provocaram apenas a quebra de telhas”, esclarece.  
Árvores de grande porte também caíram em trechos da rodovia Rio-Santos e ocasionaram a interdição do trânsito por, pelo menos, 20 minutos. Os trechos atingidos ficam nos quilômetros 162 e 162 + 600 metros, localizados na descida da serra em Boiçucanga.

Fonte: Prefeitura de São Sebastião

terça-feira, 19 de março de 2013

São Sebastião recebe R$ 1,5 milhão do Estado para reparar danos causados pelas fortes chuvas


SÃO SEBASTIÃO: São Sebastião receberá R$ 1,5 milhão para reparar os danos causados pelas fortes chuvas que castigam a Costa Sul do município. Com o objetivo de reconstruir pontes e estradas a liberação da verba foi autorizada nesta segunda-feira (18) pelo governador Geraldo Alckmin.
Desde o último fim de semana cerca de 2.358 pessoas foram atingidas pelas enchentes em quatro bairros, como Boiçucanga, Juquehy, Cambury e Maresias. Destas 205 foram resgatas e levadas para casas de amigos e familiares, num total de 87 famílias.
O prefeito Ernane Primazzi (PSC) ofereceu dois terrenos para construção de 300 moradias da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) para famílias de área de risco e o Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica) vai encaminhar máquinas para desassoreamento dos rios Maresias e Boiçucanga.
Primazzi esteve no Palácio dos Bandeirantes, nesta segunda-feira (18) onde formalizou os pedidos de auxílio.
Fonte: Prefeitura de São Sebastião

Afetados pela chuva em São Sebastião chegam a 2 mil. Preocupação da Defesa Civil no momento é com nível da maré

Nelson Antoine/Fotoarena

SÃO SEBASTIÃO: Os estragos provocados pelas chuvas que castigam o litoral norte de São Paulo já afetaram 2.355 pessoas em São Sebastião, de acordo com o último balanço divulgado pela prefeitura. O município decretou estado de calamidade pública no domingo. 
Apesar do número de afetados, não havia registro de desabrigados ou desalojados no município na tarde desta terça-feira. As pessoas afetadas pela chuva sofrem com alagamentos localizados e com dificuldade de acesso às suas casas. Segundo a prefeitura, todas as ligações de luz foram restabelecidas, assim como o fornecimento de água. 
Segundo a Defesa Civil, a maior preocupação no momento é com o nível da maré em algumas regiões da cidade, como Cambury, onde há risco de a elevação do nível do mar provocar mais alagamentos. Entre a tarde de sexta-feira e a manhã de segunda-feira, São Sebastião registrou um índice pluviométrico de 222 milímetros. Foi mais da metade da média esperada para todo o mês de março.
No momento, o trecho da rodovia Rio-Santos (SP-55) que corta a cidade está operando por um sistema de comboio. O trecho, entre os quilômetros 156 e 162, foi bloqueado por duas vezes entre domingo e esta terça-feira por causa do desmoronamento de barreiras. 
 Fonte: Veja

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Chuva causa pontos de alagamento em sete cidades da região


Região do Capivari também foi invadida pela água na tarde desta quinta-feira (10). (Foto: Augusto Rogério)
Foto: Augusto Rogério
A chuva que atinge a região desde a noite desta quarta-feira (9) causa alagamentos e transtorno em pelo menos sete cidades do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira.
Os casos mais críticos foram registrados em Cunha, Guaratinguetá e em Campos do Jordão, com a interdição parcial da rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, principal ligação com a Serra da Mantiqueira.
Caraguatatuba

Na cidade do litoral norte, os bairros mais atingidos foram o Portal Santa Marina, Jardim Santa Rosa e Olaria. A água não chegou a atingir nenhuma casa e não houve desabrigados ou desalojados. Apesar de ter chovido forte o volume de chuva ainda é considerado normal. Foram registrados 75 milímetros em três dias, 25 milímetros a menos que o aceitável.

Campos do Jordão

Na cidade da serra da mantiqueira a situação é mais complicada. Uma família da Vila Nadir está desalojada. De acordo com a Defesa Civil foram registrados deslizamentos de terra nos bairros Jardim Leonor Mendes de Barros, Jardim Márcio e Capivari. Houve transbordamento dos rios que cortam a cidade, gerando alagamentos em ruas. O ponto mais crítico é no Capivari. Problemas também para quem quer deixar ou chegar à cidade. Uma pedra deslizou da encosta às 17h, na altura do quilômetro 43, e interdita parcialmente a rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro. O tráfego flui pelo acostamento da pista sentido Campos do Jordão. Ninguém ficou ferido.


Guaratinguetá

Em Guaratinguetá, houve inundação na Rua Siqueira Campos e desabamento de um muro na Rua Caetano de Campos, ambos na região central. No bairro Tamandaré, uma família ficou ilhada. A Defesa Civil trabalha nas ocorrências e ninguém ficou ferido.

Aparecida

Em Aparecida, vários pontos ficaram alagados e algumas casas foram inundadas, mas nenhum caso grave foi registrado pela Defesa Civil. Os locais mais atingidos pela chuva são: Avenida Padroeira do Brasil, Avenida Monumental e Rua Santo Afonso.

Ubatuba

Em Ubatuba, a Defesa Civil informou que a chuva é forte e que houve uma queda de muro no bairro Maranduba, mas não houve vítimas. Quedas de árvores também foram registradas no centro. Nenhuma ocorrência mais grave foi registrada e a Defesa Civil trabalha no monitoramento da cidade.

Cunha

Em Cunha a situação é crítica no bairro Areão. Uma família está desalojada no local. Outras seis casas no bairro Parque Nova Cunha estão sendo monitoradas. As residências estão com rachaduras, há risco de deslizamento e elas devem ser desocupadas a qualquer momento. O motorista que vai para a cidade deve seguir por Lagoinha, pois uma queda de barreira próximo à base da Polícia Rodoviária Estadual interdita a rodovia Paulo Virgínio (SP-171).

São José dos Campos

Em São José dos Campos, a Defesa Civil fez 26 atendimentos por conta das chuvas desta quinta-feira (11). Dois casos graves foram registrados. Na Avenida Anchieta, uma árvore caiu sobre quatro carros, deixando uma mulher ferida levemente. Ela foi conduzida ao Pronto Socorro da Vila Industrial. A outra ocorrência foi em uma obra no Residencial Boa Esperança. Houve um deslizamento de terra em uma obra particular. A empreiteira estava escavando próximo a um morro e não teria feito um muro de arrimo. Ninguém foi atingido

Fonte: G1 - Vale do Paraíba e Região