CARAGUATATUBA - UBATUBA - ILHABELA - SÃO SEBASTIÃO - Aqui você fica por dentro do que acontece no mundo, no Brasil e em nossa região!===Rede ManacÁ - Valorizando Nosso Litoral=== (Por: Diego Cardoso)
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Turismo representa 3,7% do PIB do Brasil, diz IBGE


De acordo com dados de um estudo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com o MTur (Ministério do Turismo), o setor de turismo gerou R$ 103,7 bilhões em seis anos e aumentou sua participação no PIB (Produto Interno Bruto) para 3,7%.
“Os números confirmam o potencial do turismo de influenciar positivamente os resultados da economia brasileira. As medidas de desoneração que o governo tem adotado para fortalecer o setor, em articulação com a iniciativa privada, terão efeito multiplicador”, afirma Gastão Vieira, ministro do Turismo.
Segundo o IBGE, as contribuições mais expressivas para o aumento da participação do turismo na economia foram dos serviços de alimentação, com R$ 38,8 bilhões; das atividades recreativas, culturais e desportivas, com R$ 18,6 bilhões; e do transporte rodoviário, com R$ 18 bilhões.
O estudo mostra também que, em 2009, as atividades características do turismo pagaram R$ 48,8 bilhões em salários e outras remunerações. Isso equivalente a 4,8% do total do setor de serviços e 3,5% da economia brasileira. Alimentação, atividades recreativas e o transporte rodoviário respondem pela maior participação nas remunerações das atividades do setor com uma contribuição de R$ 103,7 bilhões para o valor adicionado.
As atividades consideradas no estudo são: serviços de alojamento; serviços de alimentação; transportes ferroviário e metroviário; transporte rodoviário; transporte aéreo; transporte aquaviário e serviços auxiliares de transporte; atividades de agências e organizadores de viagens, aluguel de bens móveis; e atividades recreativas, culturais e desportivas.
Fonte: IBGE

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios do Litoral Paulista em 2012

Caraguatatuba é o município mais populoso do Litoral Norte
Foto: Divulgação
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) divulgou no dia 31 de agosto, as estimativas das populações residentes nos 5.565 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho deste ano. Estima-se que o Brasil tenha o total de 193.946.886 habitantes, 3.191.087 a mais do que em 2010, quando a população chegou a 190.755.799.

São Paulo continua sendo a cidade mais populosa, com 11,37 milhões de habitantes, seguida por Rio de Janeiro (6,39 milhões), Salvador (2,71 milhões), Brasília (2,64 milhões) e Fortaleza (2,50 milhões). Em relação a 2010, não houve mudança na lista dos 15 municípios mais populosos. Juntos, esses municípios somam 40,75 milhões de habitantes, representando 21,02% da população.


Litoral Paulista:

Das cidades da Baixada Santista, Santos detém o maior número: 419.614. E no Litoral Norte, o município de Caraguatatuba é o mais populoso, com 104.150 habitantes. Já a cidade que tem menor número de habitantes da Baixada é Mongaguá, que conta com 47.984 pessoas, e do Litoral Norte é Ilhabela, com 29.308 moradores.

As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

A tabela com a população estimada para cada município foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) de sexta (31). As cidades que não concordarem com as estimativas têm prazo, até 20 dias após a publicação das estimativas, para apresentar reclamações fundamentadas ao IBGE, que decidirá conclusivamente. Em seguida, até 31 de outubro, o IBGE encaminhará as estimativas definitivas ao TCU.

Confira as estimativas: 

Bertioga 50.304
Caraguatatuba 104.150
Cubatão 120.293
Guarujá 294.669
Ilhabela 29.308
Itanhaém 89.332
Mongaguá 47.984
Peruíbe 61.030
Praia Grande 272.390
Santos 419.614
São Sebastião 76.344
São Vicente 336.809
Ubatuba 80.604


Fonte: IBGE

sexta-feira, 25 de maio de 2012

12% da população brasileira vive em área com esgoto a céu aberto

Foto: Estadão
BRASIL: Pelo menos 18,5 milhões de pessoas - quase a população de Minas Gerais - vivem em áreas urbanas com esgoto a céu aberto diante de suas moradias. Elas representam 12% da população pesquisada pelo IBGE no levantamento sobre o entorno dos domicílios. Os números do Censo 2010 mostram que 11% das moradias em áreas urbanas estão próximas a valas ou córregos onde o esgoto domiciliar é despejado diretamente. São 5,1 milhões de residências.
Um quarto (24,9%) dos domicílios pobres, com renda per capita mensal de até um quarto do salário mínimo, está diante de esgoto a céu aberto, proporção de cai para apenas 3,8% nas moradias com renda superior a dois salários mínimos por pessoa. Um terço (32,2%) das moradias da Região Norte tem esgoto a céu aberto no entorno. A menor proporção, de 2,9%, está no Centro-Oeste.
Os resultados seriam ainda piores se o levantamento incluísse todos os domicílios de favelas, mas a pesquisa excluiu as 'áreas sem ordenamento urbano regular', equivalente à maior parte do território das favelas. Segundo o IBGE, foram analisados apenas os domicílios que estão em quadras ou quarteirões.
Os recenseadores encontraram 2,3 milhões de domicílios (5% do total), onde vivem 8 milhões de pessoas, com lixo acumulado na parte externa, na data da coleta de dados.
Iluminação e pavimentação
A iluminação pública é o item com melhores resultados e está no entorno de 96,3% dos domicílios. Pavimentação chega a 81,7% das residências, ou seja, quase 20% dos domicílios urbanos brasileiros estão em ruas sem asfalto, paralelepípedo ou outro tipo de pavimentação.
Entre os itens pesquisados, o que teve pior resultado foi a acessibilidade de pessoas que usam cadeiras de rodas. Apenas 4,7% dos domicílios urbanos têm rampa na quadra onde estão localizados. No entorno dos domicílios pobres, de renda de até um quarto do salário mínimo per capita, a proporção é de apenas 1% e chega a 12% nos domicílios com mais de 2 salários mínimos per capita da renda. No Norte e no Nordeste, são apenas 1,6% de residências com rampa para cadeirantes no quarteirão. No Sul e Centro-Oeste, são 7,8%.
Fonte: Estadão