CARAGUATATUBA - UBATUBA - ILHABELA - SÃO SEBASTIÃO - Aqui você fica por dentro do que acontece no mundo, no Brasil e em nossa região!===Rede ManacÁ - Valorizando Nosso Litoral=== (Por: Diego Cardoso)
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terça-feira, 26 de julho de 2016

Dia dos avós!!

Parabéns a todas as vovós e vovôs do nosso Brasil principalmente os do nosso Litoral!


domingo, 10 de maio de 2015

Feliz dia das mães!!

"Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados."


Um Feliz dia a todas as mamães principalmente
as do nosso Litoral!!

Rede ManacÁ
Valorizando nosso litoral

Por: Diego Cardoso

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Trabalhador, Trabalhador Brasileiro...Trabalhador!!


Gostaria de prestar aqui minha singela homenagem a todos os nossos trabalhadores brasileiros, povo que acorda cedo - ou nem tanto, deixa mãe, pai, marido, mulher, cachorro, ninguém e até filho as vezes doente e vai em sua labuta diária, rala, trabalha de sol a sol, tem fé, tem esperança, tem um sorriso no rosto. É pedreiro, faxineiro, doméstica, gari, esportista, encanador, professor, médico, engenheiro, advogado, estilista, dentista, secretário, auxiliar, estagiário, do lar, repórter, policial, coveiro, lojista, baterista, cantor, músico, garçom, cabeleireiro, manicure, bombeiro, religioso, personal trainer,  ator, artista, veterinário, monitor ambiental, guarda, vigilante, costureiro...É Maria, é João, é Ana, é Luis, é Juliana, é Serafim...é Fulano, é Beltrano é Ciclano... São tantos nomes, são tantas profissões, são tantas histórias, tantas conquistas..

Queria deixar um forte abraço a todos e todas que ajudam a construir o nosso dia a dia, o NOSSO PAÍS!! 

PARABÉNS Trabalhador, Trabalhador Brasileiro...Trabalhador!!
Rede ManacÁ
Valorizando nosso litoral
Por: Diego Cardoso

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Terra, planeta água, Terra, planeta água...

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos e, esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta."
Artista Desconhecido


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Mata Atlântica: A vida sempre em cartaz


Vista da Serra do Mar Paulista
Foto: Marcelo Amorim
Ontem 27 de maio foi comemorado é o Dia da Mata Atlântica, um dos oito biomas brasileiros, protegido pela Constituição Federal como patrimônio nacional (artigo 225, § 4º). Estendida em 91 mil quilômetros quadrados do país, ela abriga uma das mais altas taxas de diversidade biológica do mundo, com muitas espécies em extinção. 
Mas por que 27 de maio? A escolha da data, estabelecida em um decreto presidencial de 1999, remonta à colonização do Brasil pelos portugueses. 

Rios da Mata Atlântica abastecem mais de
100 mil brasileiros
Foto: Diego Cardoso
Foi no ano de 1560 que, sensibilizado com a extraordinária biodiversidade da Mata Atlântica, o Padre José Anchieta escreveu a famosa Carta de São Vicente, primeiro registro histórico sobre o Bioma. Na Carta, endereçada ao Padre Geral de São Vicente, o Padre Anchieta descreveu a fauna, a flora e os moradores das “florestas tropicais”, como chamou a Mata Atlântica na época. A Carta foi assinada no dia 27 de maio – daí a origem do Dia Nacional da Mata Atlântica.

Apesar da devastação que vem sofrendo desde 1500, a grandiosidade da Mata Atlântica ainda impressiona: presente em 17 dos 26 estados brasileiros, do Rio Grande do Sul ao Piauí, ela apresenta diferentes relevos e paisagens e uma das mais altas taxas de biodiversidade do mundo: cerca de 20.000 espécies de plantas angiospermas (6,7% de todas as espécies do mundo), sendo 8.000 endêmicas, e grande riqueza de vertebrados (264 espécies de mamíferos, 849 espécies de aves, 197 espécies de répteis e 340 espécies de anfíbios). E o que mais chama a atenção é que muitas dessas espécies são endêmicas, ou seja, não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta. Destes 100.000 km, apenas 21.000 Km (equivalente a aproximadamente 2% da área original) estão protegidos em Unidades de Conservação de Proteção Integral, como o Parque estadual da Serra do Mar que abrange 23 municípios paulistas em seus mais de 300 mil hectares.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

23 de Abril: Salve Jorge!

São Jorge derrotando o Dragão (Personificação do mal)

CULTURA: Hoje é dia de São Jorge, um dos santos mais venerados no catolicismo, nasceu 275 e faleceu em 23 de abril de 303. É padroeiro de diversos países do mundo como Portugal. É Padroeiro extra-oficial, da cidade do Rio de Janeiro além de ser padroeiro dos escoteiros, da Cavalaria do Exército Brasileiro e do Corinthians 

No sincretismo afro-brasileiro Jorge é Ogum
O Senhor dos Metais
Apesar de sua história se basear em documentos lendários a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo. De acordo com as lendas, Jorge teria nascido na antiga Capadócia, região do centro da Anatólia que, atualmente, faz parte da República da Turquia.

A imagem do Santo é associada a derrota de um dragão (o demônio) que simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. A ligação de São Jorge com a lua é algo puramente brasileiro, com forte influência da cultura africana. Em Salvador, Bahia, o santo foi sincretizado a Oxossi. Na religião da Umbanda, o santo é associado a Ogum. A tradição diz que as manchas apresentadas pela lua representam o milagroso santo, seu cavalo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda.

Fonte: Wikipédia

sábado, 19 de abril de 2014

19 de Abril: Dia do Índio

CULTURA: Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia ).

Foto: Divulgação
Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. 

No ano de 1940 foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste continente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Fonte: Acomprol

terça-feira, 2 de julho de 2013

02 de Julho: Dia do Bombeiro

O Dia do Bombeiro Brasileiro é comemorado no dia 2 de julho. Bombeiro é o profissional responsável por apagar incêndios, seja na cidade ou em florestas, e acaba tornando-se um herói para as pessoas que ele salva a vida e até mesmo suas propriedades.

Origem do Dia do Bombeiro

Em 2 de julho de 1856 foi criado, no Rio de Janeiro, o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, que teve por comandante o major João Batista de Morais Antas.
Antes do Imperador D.Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775, que regulamentava o serviço, antigamente quando os sinos badalassem era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que ficar em fila e, do poço mais próximo, passavam baldes de mão em mão, até chegarem ao local do incêndio.

Fonte: Calendar

sábado, 8 de junho de 2013

08 de Junho: Dia Mundial dos Oceanos

Oceano Atlântico banha o nosso Litoral Norte
Foto: Diego Cardoso
MEIO AMBIENTE: A celebração aos oceanos teve origem na Conferência da ONU sobre Ambiente e Desenvolvimento, que se realizou na cidade brasileira do Rio de Janeiro em 1992.

Em 2008, as Nações Unidas decidiram que o dia 8 de junho passaria a ser designado como o Dia Mundial dos Oceanos. Vários países celebram a data, mostrando a importância dos oceanos no clima e como elemento essencial da biosfera.

Dia dos Oceanos 2013:

Em 2013, o tema do Dia Mundial dos Oceanos é "Juntos temos o Poder para Proteger os Oceanos".
A importância dos oceanos para a preservação das espécies e da biosfera são alguns dos factos destacados pelas Nações Unidas, que escolhe todos os anos um tema central para o debate de novas ideias e projetos de preservação e proteção dos oceanos.

Importância dos oceanos

Os oceanos ocupam dois terços da superfície da Terra e por meio da interacção com a atmosfera, litosfera e biosfera têm um papel importante nas condições climatéricas do planeta. Por outro lado, os oceanos não são apenas o habitat de um vasto número de plantas e animais, mas também fornecem comida, energia e múltiplos recursos aos seres humanos.

Os oceanos são ainda o principal regulador térmico do planeta, absorvendo mais de um quarto do dióxido de carbono libertado pelas atividades humanas.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Mata Atlântica: A vida sempre em cartaz



Vista da Serra do Mar Paulista
Foto: Marcelo Amorim
Ontem 27 de maio foi comemorado é o Dia da Mata Atlântica, um dos oito biomas brasileiros, protegido pela Constituição Federal como patrimônio nacional (artigo 225, § 4º). Estendida em 91 mil quilômetros quadrados do país, ela abriga uma das mais altas taxas de diversidade biológica do mundo, com muitas espécies em extinção. 
Mas por que 27 de maio? A escolha da data, estabelecida em um decreto presidencial de 1999, remonta à colonização do Brasil pelos portugueses. 

Rios da Mata Atlântica abastecem mais de
100 mil brasileiros
Foto: Diego Cardoso
Foi no ano de 1560 que, sensibilizado com a extraordinária biodiversidade da Mata Atlântica, o Padre José Anchieta escreveu a famosa Carta de São Vicente, primeiro registro histórico sobre o Bioma. Na Carta, endereçada ao Padre Geral de São Vicente, o Padre Anchieta descreveu a fauna, a flora e os moradores das “florestas tropicais”, como chamou a Mata Atlântica na época. A Carta foi assinada no dia 27 de maio – daí a origem do Dia Nacional da Mata Atlântica.


Apesar da devastação que vem sofrendo desde 1500, a grandiosidade da Mata Atlântica ainda impressiona: presente em 17 dos 26 estados brasileiros, do Rio Grande do Sul ao Piauí, ela apresenta diferentes relevos e paisagens e uma das mais altas taxas de biodiversidade do mundo: cerca de 20.000 espécies de plantas angiospermas (6,7% de todas as espécies do mundo), sendo 8.000 endêmicas, e grande riqueza de vertebrados (264 espécies de mamíferos, 849 espécies de aves, 197 espécies de répteis e 340 espécies de anfíbios). E o que mais chama a atenção é que muitas dessas espécies são endêmicas, ou seja, não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta. Destes 100.000 km, apenas 21.000 Km (equivalente a aproximadamente 2% da área original) estão protegidos em Unidades de Conservação de Proteção Integral, como o Parque estadual da Serra do Mar que abrange 23 municípios paulistas em seus mais de 300 mil hectares.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

13 de Maio: Abolição da Escravatura

Será que no Brasil de hoje há mesmo a tão sonhada
 igualdade racial?

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Processo de abolição da escravatura no Brasil 

Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.  

Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.

A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.

Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

A vida dos negros brasileiros após a abolição

Após a abolição, a vida dos negros brasileiros continuou muito difícil. O estado brasileiro não se preocupou em oferecer condições para que os ex-escravos pudessem ser integrados no mercado de trabalho formal e assalariado. Muitos setores da elite brasileira continuaram com o preconceito. Prova disso, foi a preferência pela mão-de-obra europeia, que aumentou muito no Brasil após a abolição. Portanto, a maioria dos  negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias (moradia e educação principalmente).

Fonte: Sua pesquisa.com

domingo, 12 de maio de 2013

Dia das Mães

"Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados."


Um Feliz dia a todas as mamães principalmente
as do nosso Litoral!!

Rede ManacÁ
Valorizando nosso litoral

Por: Diego Cardoso

sexta-feira, 3 de maio de 2013

03 de Maio: Dia do Pau - Brasil árvore símbolo da nossa Pátria



Flor do Pau - Brasil
Foto: Monocromático
Hoje é dia da árvore que originou o o nome do nosso país: o pau-brasil. Pertencente à espécie  Caesalpinia echinata lam (espinhos) essa é uma árvore leguminosa, nativa da Mata Atlântica do Brasil e que é considerada um ícone e uma herança da nossa época colonial.

Alcançando até 15 metros de altura, seu tronco é reto, com casca da cor cinza-escuro e coberto de acúleos (espécie de pelo enrijecido para proteger a superfície da planta, sobretudo o caule). Suas folhas são bipenadas (como se fossem penas), de coloração verde brilhante. As flores possuem quatro pétalas amarelas e uma menor vermelha, todas muito aromáticas. A floração ocorre do final do mês de setembro até meados de outubro. Os frutos, que são bastante apetitosos para os pássaros, são cobertos por longos e afiados espinhos que os protegem desses animais. Sua maturação ocorre entre os meses de novembro e janeiro e neles há de uma a cinco sementes de cor marrom.

Segundo alguns historiadores, o pau-brasil foi a primeira atividade econômica dos colonos portugueses quando recém chegaram à Terra de Santa Cruz (nome dado ao Brasil logo após seu descobrimento), no século XVI. A árvore possui uma essência corante em sua madeira que servia como tintura em manufaturas de tecidos de alto luxo da corte portuguesa.

De coloração avermelhada, essa resina era utilizada pela indústria têxtil europeia como uma alternativa aos corantes de origem terrosa, dando assim aos tecidos uma cor de qualidade superior. Antes disso, Portugal adquiria esta mesma substância, com os mesmos fins, de uma árvore asiática cujo nome era Brazil. Por ela ser bastante escassa, os portugueses se encantaram com a abundância do pau-brasil e, em poucos anos, o tornaram alvo de muita exploração, lucro, comércio e contrabando.

Utilizado na época também pela marcenaria (até os dias de hoje, em confecção de arcos para violino e móveis finos) e pelos índios (na produção de seus arcos e flechas e na pintura de enfeites), criou-se uma demanda enorme desta árvore no mercado, resultando em uma rápida e devastadora "caça" ao pau-brasil nas matas brasileiras. Em pouco menos de um século, já não havia mais árvores suficientes para suprir a demanda, e a atividade econômica foi deixada de lado.

O fim da caça ao pau-brasil não livrou a espécie do perigo de extinção. As atividades econômicas subsequentes, como o cultivo da cana-de-açúcar e do café, além do crescimento populacional, estiveram aliadas ao desmatamento da faixa litorânea, o que restringiu drasticamente o habitat natural desta espécie.

Por ser considerada incorruptível – já que não apodrece e nem pode ser atacada por inseto -, atualmente, a madeira do pau-brasil pode ser, talvez, a mais valiosa do mundo. Para lembrar a sua importância, em 1924, Oswald de Andrade fez um manifesto sobre a nova poesia brasileira, intitulado "Manifesto da Poesia Pau-Brasil".

Fonte: CanalAzulTv

domingo, 28 de abril de 2013

28 de Abril: Dia Nacional da Caatinga


Tatu - Bola morador ilustre da Caatinga foi
escolhido como símbolo da Copa e corre
o risco de perder seu habitat natural
Instituído através de decreto presidencial, de 20 de agosto de 2003, o 28 de abril foi escolhido em homenagem ao primeiro ecólogo do Nordeste brasileiro e pioneiro em estudos da caatinga, o professor João Vasconcelos Sobrinho.
Durante muito tempo pensou-se que a caatinga fosse um ecossistema pobre, por isso a escassez de estudos sobre ela.
Mandacaru, Xiquexique, Emburana, Aroeira, Umbu, Maniçoba, Macambira e Juazeiro. Essas são algumas das mais de 900 espécies vegetais encontradas na Caatinga, o único bioma exclusivamente brasileiro. A diversidade, porém, não está apenas na vegetação.
A fauna é bastante rica e abriga animais como a ararinha-azul, o sapo-cururu, a asa branca, a cotia, o gambá, o veado-catingueiro e o tatu-peba.
Saiba mais...
Localização - A caatinga ocupa cerca de 12,14% do território nacional, abrangendo, em parte ou no todo, os Estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão e Minas Gerais.
Origem - A palavra caatinga é de origem tupi e significa mata branca. A razão para esta denominação está no fato da caatinga ficar verde somente no inverno, que é de curta duração. No restante do ano, ela fica inteiramente ou parcialmente sem folhas, e a vegetação fica em tom esbranquiçado, tornando-se clara.
Caracterização – O espaço territorial chamado Caatinga é integrado pelas regiões naturais conhecidas como Sertão, Seridó, Curimataú, Caatinga e Carrasco. As diferenças entre essas regiões são definidas pelo volume e pela variabilidade das precipitações pluviométricas, pelo solo e pelo tipo de rocha e revelo.
Vegetação – Foram registradas até o momento cerca de 1000 espécies, estimando –se que haja em torno de 2000 a 3000 plantas. A vegetação ocorre em numerosa variedade de cactáceas (mandacaru e facheiro) e bromeliáceas.
Fauna – Já foram identificadas 17 espécies de anfíbios, 44 de répteis, 695 de aves e 120 de mamíferos.
Fonte: www.diaconia.org.br

segunda-feira, 22 de abril de 2013

23 de Abril: Salve Jorge!

São Jorge derrotando o Dragão (Personificação do mal)

CULTURA: São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo, nasceu 275 e faleceu em 23 de abril de 303. É padroeiro de diversos países do mundo como Portugal. É Padroeiro extra-oficial, da cidade do Rio de Janeiro além de ser padroeiro dos escoteiros, da Cavalaria do Exército Brasileiro e do Corinthians 

No sincretismo afro-brasileiro Jorge é Ogum
O Senhor dos Metais
Apesar de sua história se basear em documentos lendários a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo. De acordo com as lendas, Jorge teria nascido na antiga Capadócia, região do centro da Anatólia que, atualmente, faz parte da República da Turquia.

A imagem do Santo é associada a derrota de um dragão (o demônio) que simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. A ligação de São Jorge com a lua é algo puramente brasileiro, com forte influência da cultura africana. Em Salvador, Bahia, o santo foi sincretizado a Oxossi. Na religião da Umbanda, o santo é associado a Ogum. A tradição diz que as manchas apresentadas pela lua representam o milagroso santo, seu cavalo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 19 de abril de 2013

19 de Abril: Dia do Índio

Foto: Divulgação
CULTURA: Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia ).

Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. 

No ano de 1940 foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste continente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Fonte: Acomprol